nossas
notícias
Voltar

Comércio ilegal: empresários pedem fiscalização

Encontro reuniu representantes da Prefeitura de Passo Fundo e empresários do setor de Ópticas, Joalherias e Relojoarias

 

Os empresários que participam da Câmara Setorial de Ópticas, Joalherias e Relojoarias receberam, na noite de quinta-feira, dia 19 de julho, o secretário municipal de Finanças, Dorlei Maffi e o coordenador do setor de fiscalização do município, Jorge Pires, para tratar o comércio ilegal em Passo Fundo.

 

A pauta é uma das prioridades da Câmara, que reúne periodicamente empresários do segmento através da ação promovida pela CDL Passo Fundo e pelo SEBRAE/RS. A segurança pública, tema que já foi tratado em reunião com representantes do 3ºRPMon e o treinamento específico para o segmento, assunto do próximo encontro, também são demandas do grupo.

 

Motivada pela presença constante dos vendedores ambulantes nas ruas de Passo Fundo, a reunião teve como objetivo solicitar uma ação intensa do setor de fiscalização para minimizar a venda dos produtos ilegais, em especial, óculos, relógios e joias, que, por serem falsificados e de origem desconhecida, podem trazer prejuízo à saúde dos consumidores. “Os óculos falsificados não têm a proteção contra os raios ultravioleta, nocivos aos olhos, ocasionando problemas de visão ao longo do tempo. Além disso, os produtos são de baixíssima qualidade, não se comparando aos originais e sem garantia ao consumidor”, comentou o empresário Valter Ceolin.

 

Os representantes da Prefeitura destacaram que estão buscando soluções para que os vendedores ambulantes deixem de comercializar produtos ilegais em Passo Fundo. Entre as alternativas está o cadastramento dos imigrantes junto à Prefeitura para que sejam recolocados no mercado de trabalho formal de acordo com a profissão de cada um. Para o secretário Dorlei Maffi, a pasta é sensível a situação dos ambulantes, mas preza pelo cumprimento da lei. “Estamos à disposição para realizar nosso trabalho e levantar alternativas para minimizar o comércio ilegal em Passo Fundo”, enfatizou.